Patrono
Conforme consta do Arquivo Histórico da Universidade de Coimbra, o percurso académico do aluno Artur Águedo de Oliveira foi revelador de um jovem estudante, regularmente assíduo, desenvolvendo uma carreira persistente e consciente em ordem aos seus propósitos ideológico Assim se descreve.
1911
Conclusão do Ensino Secundário
Termina o Curso Complementar do Liceu no Liceu Passos Manuel, em Lisboa.
1912 – 1913
Ingresso no Ensino Superior
Matrícula na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
1914
Progresso Académico
Conclusão do 1.º ano da Licenciatura em Direito.
1917
Bacharelato
Termina o Bacharelato em Direito pela Universidade de Coimbra.
1923
Doutoramento e Defesa de Tese
Defendeu a tese "O imposto de rendimento na teoria e na prática", com a classificação de 17 valores, tendo como arguente o Professor António de Oliveira Salazar.
1925
Início da Advocacia
Estabelece a sua banca de Advogado em Lisboa (Rua Nova do Almada).
1930
Tribunal de Contas (Início)
Nomeado Vice-Presidente do Tribunal de Contas em 28 de outubro.
1931 – 1934
Governação (Subsecretariado)
Assume o cargo de Subsecretário de Estado das Finanças a 10 de fevereiro de 1931, mantendo-se em funções até outubro de 1934.
1935 – 1969
Parlamento (Bragança)
Inicia o seu percurso como Deputado à Assembleia Nacional pelo Círculo de Bragança. Esteve presente da Iª até à IXª Legislatura, um dos mais longos mandatos da época.
1948 – 1964
Presidência do Tribunal de Contas
A 18 de novembro de 1948, ascende a Presidente do Tribunal de Contas, cargo que ocupou durante quase 16 anos (até abril de 1964).
1950 – 1955
Ministro das Finanças
No auge da sua carreira política, é nomeado Ministro das Finanças a 8 de agosto de 1950. Cessa funções a 7 de junho de 1955.
1957
Representação Ultramarina
É eleito Deputado à Assembleia Nacional, mas desta vez pelo Círculo de Angola.
1956
Bruxelas (Bélgica)
Chefia a delegação portuguesa no âmbito da cooperação internacional de fiscalização financeira.
1959
Rio de Janeiro (Brasil)
Representa Portugal no congresso da organização em solo brasileiro, estreitando os laços técnicos com as instituições de auditoria da CPLP (antes da sua formação oficial).
1962
Viena (Áustria)
Última grande representação internacional registada nesta cronologia, dois anos antes de cessar o seu cargo como Presidente do Tribunal de Contas.